Corrigiste alguém porque tinhas obrigação de o fazer. E podias tê-lo feito com caridade, animando a mudar, oferecendo ajuda. Com clareza mas com esperança.
Só que preferiste magoar, quiseste dar uma lição. Em vez da caridade, usaste a ironia. Em vez do erro, atacaste a pessoa. Em vez de esperar, condenaste-o.
O resultado foi a divisão, a insistência no erro, a recusa a qualquer ajuda ou retificação e a desconfiança sobre quem quer ajudar corrigindo.
Ainda podes pedir perdão. E a partir de agora, se tens de corrigir, fá-lo com caridade, sem humilhar, sem orgulho, sem inveja. Pensando no outro e não em ti próprio.
