A internet está cheia de coisas desinteressantes, sem conteúdo, bizarras, estranhas, nojentas, absurdas. E tu vês.
Aquilo que o pudor escondia, o bom senso rejeitava e que era desprezado pelo interesse, é o que mais vês agora.
É o que te dão e tu consomes acriticamente. É o que te está a formar. É o que vais ser.
Reage e põe um limite ao tempo que passas online. Essas parvoíces estão a roubar-te as pessoas, o tempo, os livros, a inteligência, o sono, a bondade... E tu vês.
