Há bens que são inferiores ao homem. As coisas que possuímos, os alimentos que consumimos, todos os prazeres e comodismos do corpo.

Quando os desejamos desordenadamente, submetemo-nos ao que nos é inferior. Puxam-nos para baixo, cada vez nos pedem mais e nos dão menos. Quando os obtemos, temos um momento de paz... e depois de novo nos inquietam.

Felizmente, há outros bens que nos falam desde esferas mais altas. A arte, a amizade, o amor, as pessoas, as graças de Deus... Bens que nos abrem, nos elevam e deixam uma paz diferente. Que perdura.

Na Quaresma deixamos os primeiros para voltar a contemplar os segundos.