É o que te preocupa quando falas, quando chegas a algum sítio, quando conheces alguém, quando tens responsabilidades.
Não desfrutas do convívio porque tens na cabeça o juízo dos outros. Detestas surpresas porque não sabes como vais reagir. Medes as palavras pelo impacto que vais causar. Não ajudas porque podem não aceitar-te.
Estás a pôr a tua imagem à frente do bem que podes fazer. E, provavelmente, a julgar demasiado.
Larga esse vício. Sabes bem que não tens muitos motivos para que te admirem. E que Jesus não precisa deles para te amar muito mais do que tu a ti próprio.

