Ele esteve mal? É pecado! Como foi capaz de dizer aquilo? Pensas, ponderas, discutes, avalias as provas e chegas a certezas. Até sabes a intenção com que o fez... É tão óbvio.

E surpreendes-te que os interessados (ou outros comentadores como tu) não concordem ou vejam de modo diferente. Devem estar a ver mal. Porque a sentença é...

...que tu não és juiz.

Não é preciso determinar nenhum facto, atribuir nenhuma culpa, escolher partes, decidir razões, julgar intenções, ter certezas. Basta ter a sabedoria de não fazer de Deus, e não julgar de todo.