Se te perguntam que católico queres ser, dizes coisas acertadas. Falas de amor e paz, de união e diálogo, da natureza, de respeito. Mas nunca explicas que motivos te diferem de alguém que não tem fé.

Como se fosse secundário seres filho de Deus, que te criou por amor e te chamou pelo nome, teres sido salvo por Jesus, teres uma vida de oração, comungares o corpo de Cristo, desejares ir para o céu.

Tens de cuidar do mundo e dos outros. Mas sem cuidares da tua alma, não cuidas de ninguém.

Volta a pensar que católico queres ser, desta vez à frente do sacrário. Jesus morreu por ti. Morrerias por Jesus?