Já viste que não tens vocação ao celibato, nem à vida religiosa, nem ao sacerdócio. Também não te vês a trabalhar em projetos da Igreja, nem sequer em atividades de cariz católico. Até tens a vida resolvida, pessoal, afetiva e profissionalmente.

E ficaste com a ideia de que não podias ou não devias entregar a vida a Deus. Que não te era pedido tanto.

Mas Deus continua a querer a tua vida inteira, toda a tua capacidade, todo o teu coração. Aí onde estás podes entregar-te, fazer tudo por Cristo e com Ele, trabalhar para o Seu reino, transformar em oração tudo aquilo em que tocas, ver os outros com os olhos de Jesus.

Deus quer tudo de todos.