Estamos de acordo: cresce bem quem se educa para a liberdade, quem tem critério e sabe discernir pela própria cabeça, quem ama o que é bom podendo não o escolher.
Mas não podemos levar esta ideia tão longe que cheguemos a pôr em risco aqueles que amamos. Educar em liberdade não é prescindir de regras.
Se alguém não tem capacidade para compreender um erro grave, não lho dês a escolher. Se alguém está tão debilitado que não resiste à mais pequena tentação, ajuda-o a fugir.
Quando é proibido proibir, talvez dois ou três sortudos se aguentem no caminho certo. Mas perde-se uma multidão que já não sabe regressar. Aprende a amar com firmeza.
