É verdade que às vezes chegas ao limite das tuas forças. E aí, o descanso é uma obrigação.

Mas outras vezes és só preguiçoso: preferes o mais fácil, desanimas com o que te cansa antes de começar, dizes que não és capaz depois de ter lutado muito pouco...

Só tu é que podes distinguir as duas coisas. E só tu é que decides onde está a fronteira da tua generosidade. Não deves ser viciado no trabalho, mas deves trabalhar muito. E podes.

Como vai Cristo chegar a todos se O abandonas... por preguiça?